quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
SITUAÇÃO DA CRÍTICA: PSOL rebate vereadora Raíssa e participará das ele...
SITUAÇÃO DA CRÍTICA: PSOL rebate vereadora Raíssa e participará das ele...: O pré-candidato a prefeito da Capital pelo PSOL, Fabiano Galdino, afirmou nesta quinta-feira, 21, que seu partido participará das próxi...
PSOL rebate vereadora Raíssa e participará das eleições como porta-voz de “comunidades desassistidas”
O pré-candidato a prefeito
da Capital pelo PSOL, Fabiano Galdino, afirmou nesta quinta-feira, 21, que seu
partido participará das próximas eleições consciente de um papel esclarecedor à
população da realidade que impõe pobreza, sofrimento e desesperança a setores
expressivos das comunidades.
“João Pessoa é uma cidade que convive com
contingentes populacionais marcados pela desassistência do Poder Público e o
PSOL se propõe a ser um porta-voz em defesa dos interesses desses segmentos. Mais
do que esclarecer essa realidade, queremos transformá-la na direção dos
direitos dessa população”, afirmou.
O dirigente do PSOL
aproveitou para rebater declarações da vereadora Raissa Lacerda (PSD). “Tem
gente achando que a reeleição do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) é será fácil. No
que depender do PSOL, isso não existirá”, disse.
“Nosso desafio é promover
em setores da população uma insatisfação a partir dessa realidade na cidade,
marcada pela insuficiência dos serviços públicos. É preciso dizer que esses
contingentes humanos desassistidos têm direitos e esses direitos devem ser
exigidos dos governantes, que devem ofertar serviços de qualidade e como uma obrigação
e não uma doação ou gesto de bondade dos gestores”, explicou.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
SITUAÇÃO DA CRÍTICA: “Há um silêncio sepulcral de Estela Bezerra diante...
SITUAÇÃO DA CRÍTICA: “Há um silêncio sepulcral de Estela Bezerra diante...: O secretário-geral do PSOL de João Pessoa, Fabiano Galdino, voltou a criticar o que classificou discurso contraditório e subordinado da d...
“Há um silêncio sepulcral de Estela Bezerra diante das pautas dos servidores públicos do Estado”, critica dirigente do PSOL
O
secretário-geral do PSOL de João Pessoa, Fabiano Galdino, voltou a criticar o
que classificou discurso contraditório e subordinado da deputada estadual
Estela Bezerra. Diante de declarações de Estela questionando a falta de visão e
de debate dos vereadores de João Pessoa, Fabiano Galdino disse que o PSOL através
de seus dirigentes concorda com o conteúdo das críticas da parlamentar do PSB a
vereadores da base do prefeito Luciano Cartaxo, mas advertiu que as convergências
param por aí.
Ao considerar
que o discurso de Estela se mostra incoerente e contraditório, o dirigente do
PSOL cobrou mais independência da deputada Estela Bezerra no exercício de seu
mandato na Assembleia Legislativa. “Há um silêncio sepulcral de Estela diante
das pautas dos servidores públicos cuja data base o Governo do Estado apontou
como diferencial em relação a governos anteriores, mas não representa
possibilidades de valorização dos servidores do Estado”, comentou.
Segundo o
secretário-geral do PSOL de João Pessoa, Fabiano Galdino, o Governador Ricardo
Coutinho e o prefeito Luciano Cartaxo estão mais unidos do que se pode imaginar
na lógica de enfrentamento da chamada crise econômica que atinge os entes da
Federação. “Para justificar o fracasso na qualidade da prestação dos serviços públicos
essenciais, eles se abrigam em um argumento de crise econômica que visar se sobrepor
aos direitos do povo, especialmente os mais pobres”, disparou.
SITUAÇÃO DA CRÍTICA: PSOL vê contradições em discurso de Estela contra ...
SITUAÇÃO DA CRÍTICA: PSOL vê contradições em discurso de Estela contra ...: 20 de Janeiro de 2016 PSOL vê contradições em discurso de Estela contra vereadores PSOL vê contradições em discurso de Estela e diz q...
PSOL vê contradições em discurso de Estela contra vereadores
20 de Janeiro de 2016
PSOL vê contradições em discurso de Estela contra vereadores
PSOL vê contradições em discurso de Estela e diz que “falta-lhe o mínimo de independência”
Ao comentar declarações da deputada Estela Bezerra (PSB) quanto à base de sustentação do prefeito Luciano Cartaxo, o secretário-geral do PSOL de João Pessoa, Fabiano Galdino, afirmou que, na Assembleia Legislativa, a deputada Estela parece presa a uma acomodação, proporcionalmente, tal qual a dos vereadores de situação em João Pessoa. “Há um silêncio sepulcral de Estela diante das pautas dos servidores públicos cuja data base o Governo do Estado apontou como diferencial em relação a governos anteriores, mas não representa possibilidades de valorização dos servidores do Estado”, ressaltou.
Depois de afirmar que a deputada estadual Estela Bezerra (PSB) assume uma avaliação, acerca dos vereadores de situação na CMJP, que se aproxima das críticas levantadas pelo PSOL em relação aos vereadores, especialmente, os da base do prefeito Luciano Cartaxo, o dirigente do PSOL fez questão de apontar contradições presentes no discurso da parlamentar do PSB, Estela Bezerra. “Com boa razão, a deputada Estela compreende os interesses de vereadores pelo silêncio e pela acomodação diante da realidade da cidade. Entretanto, na Assembleia Legislativa, a deputada Estela parece presa a uma acomodação, proporcionalmente, tal qual a dos vereadores de situação em João Pessoa”, disse.
“Na verdade, a deputada Estela pensa o contraditório para os adversários, porém, para o governador Ricardo Coutinho, falta-lhe o mínimo de independência”, disparou.
Para Fabiano Galdino, a extensão e dimensão das realizações tanto do Governo do prefeito Luciano Cartaxo quanto do Governo do Estado são maximizadas acima da realidade e numa estratégia de ignorar uma série de deficiências na prestação dos principais serviços públicos. “O argumento da crise econômica se sobrepõe aos direitos do povo, especialmente os mais pobres”, pontuou.
Assessoria
Ao comentar declarações da deputada Estela Bezerra (PSB) quanto à base de sustentação do prefeito Luciano Cartaxo, o secretário-geral do PSOL de João Pessoa, Fabiano Galdino, afirmou que, na Assembleia Legislativa, a deputada Estela parece presa a uma acomodação, proporcionalmente, tal qual a dos vereadores de situação em João Pessoa. “Há um silêncio sepulcral de Estela diante das pautas dos servidores públicos cuja data base o Governo do Estado apontou como diferencial em relação a governos anteriores, mas não representa possibilidades de valorização dos servidores do Estado”, ressaltou.
Depois de afirmar que a deputada estadual Estela Bezerra (PSB) assume uma avaliação, acerca dos vereadores de situação na CMJP, que se aproxima das críticas levantadas pelo PSOL em relação aos vereadores, especialmente, os da base do prefeito Luciano Cartaxo, o dirigente do PSOL fez questão de apontar contradições presentes no discurso da parlamentar do PSB, Estela Bezerra. “Com boa razão, a deputada Estela compreende os interesses de vereadores pelo silêncio e pela acomodação diante da realidade da cidade. Entretanto, na Assembleia Legislativa, a deputada Estela parece presa a uma acomodação, proporcionalmente, tal qual a dos vereadores de situação em João Pessoa”, disse.
“Na verdade, a deputada Estela pensa o contraditório para os adversários, porém, para o governador Ricardo Coutinho, falta-lhe o mínimo de independência”, disparou.
Para Fabiano Galdino, a extensão e dimensão das realizações tanto do Governo do prefeito Luciano Cartaxo quanto do Governo do Estado são maximizadas acima da realidade e numa estratégia de ignorar uma série de deficiências na prestação dos principais serviços públicos. “O argumento da crise econômica se sobrepõe aos direitos do povo, especialmente os mais pobres”, pontuou.
Assessoria
Fonte: PORTAL PBAGORA
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
99% da população mundial tem menos riqueza que 1% dos mais ricos
18/1/2016 às 07h55 (Atualizado em 18/1/2016 às 09h19)
Riqueza de 1% da população supera a de 99% em 2015, mostra pesquisa
ONG Oxfam estimava que isso fosse acontecer apenas em 2016
Da Agência Brasil
Organização estima que "62 pessoas têm tanto capital como a metade mais pobre da população mundial"Hélvio Romero - 30/11/2006 - Estadão Conteúdo
A riqueza acumulada por 1% da população mundial, os mais ricos, superou a dos 99% restantes em 2015, um ano mais cedo do que se previa, informou hoje (18) a ONG (Organização Não Governamental) Oxfam, a dois dias do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.
"O fosso entre a parcela dos mais ricos e o resto da população aumentou de forma dramática nos últimos 12 meses", diz relatório da ONG britânica intitulado "Uma economia a serviço de 1%".
"No ano passado, a Oxfam estimava que isso fosse ocorrer em 2016. No entanto, aconteceu em 2015, um ano antes", destaca no texto.
Para mostrar o agravamento da desigualdade nos últimos anos, a organização estima que "62 pessoas têm tanto capital como a metade mais pobre da população mundial", quando, há cinco anos, era a riqueza de 388 pessoas que estava equiparada a essa metade.
A dois dias do Fórum Econômico Mundial de Davos, no qual vão se encontrar os líderes políticos e representantes das empresas mais influentes do mundo, a Oxfam pede a ação dos países em relação a essa realidade.
"Não podemos continuar a deixar que milhões de pessoas tenham fome, quando os recursos para ajuda estão concentrados, no mais alto nível, em tão poucas pessoas", afirma Manon Aubry, diretora dos Assuntos de Justiça Fiscal e Desigualdades da Oxfam na França, citada pela agência de notícias AFP (France Presse).
Segundo a ONG, "desde o início do século 21, a metade mais pobre da humanidade se beneficia de menos de 1% do aumento total da riqueza mundial, enquanto a parcela de 1% dos mais ricos partilharam metade do mesmo aumento".
Para combater o crescimento dessas desigualdades, a Oxfam pede o fim da "era dos paraísos fiscais", acrescentando que nove em dez empresas que figuram entre "os sócios estratégicos" do Fórum Econômico Mundial de Davos "estão presentes em pelo menos um paraíso fiscal".
"Devemos abordar os governos, as empresas e as elites econômicas presentes em Davos para que se empenhem a fim de acabar com esta era de paraísos fiscais, que alimenta as desigualdades globais", diz Winnie Byanyima, diretor-geral da Oxfam International, que estará em Davos.
No ano passado, vários economistas contestaram a metodologia utilizada pela Oxfam. A ONG defendeu o método utilizado no estudo de forma simples: o cálculo do patrimônio líquido, ou seja, os ativos menos a dívida.
A pequena localidade suíça de Davos vai acolher, a partir da próxima quarta-feira (20), líderes políticos e empresários para debater a 4ª Revolução Industrial.
Esta 46ª edição do fórum, que termina em 23 de janeiro, ocorre no momento em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.
Segundo o presidente do fórum, Klaus Schwab, a "4ª revolução industrial refere-se à fusão das tecnologias", principalmente no mundo digital, que "tem efeitos muito importantes nos sistemas político, econômico e social".
Fonte: Portal R7
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